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SEO na era do Google Plus e Google Panda

24 Jan 2012 • Leitura 5 min

Concorrência crescente, cada vez mais empresas aderindo ao mundo web, economia aquecida (a nacional, diga-se de passagem), cada vez mais especialistas em técnicas de otimização para buscadores, novos formatos de divulgação, redes sociais, pulverização de usuários, conteúdo, métricas, números… Ufa! Realmente o mundo do “Engenheiro de SEO” não é um dos mais fáceis. Para colaborar ainda mais com a queda dos poucos cabelos que nos restam, recentemente há muitos meses atrás o Google lançou a atualização oficial dos seus algorítimos, o Google Panda e, mais recentemente ainda ativou o seu compartilhador-de-conteúdo-rede-social-colaborativa-influenciadora-de-resultados-em-buscas-orgânicas, o Google+.
E o que estas mudanças influenciaram, de fato, no formato como trabalhamos o nosso SEO atualmente? Pois é, este é o assunto que trataremos no artigo de hoje da DimeNews! Pegue sua pipoca e prepare-se para discordar e postar a sua opinião no final deste artigo!

Como ‘fazíamos’ SEO

Bem, devo reconhecer que não sou tão antigo assim no mundo web. Tenho cerca de 10 anos de experiência, por isso não poderei me aprofundar tanto nos desafios do SEO de épocas anteriores ao século XXI, no entanto, até mesmo para quem lidava com SEO há poucos  meses começou a sentir uma mudança no formato de indexação das páginas.
Antigamente, era comum nos depararmos com páginas completamente carregadas e infestadas de META TAGs sem relevância alguma com o conteúdo apresentado pelo site. As páginas não precisavam seguir um padrão de formatação e “se destacava” quem conhecia mais TAGs e não deslizava no correto preenchimento das ALT e TITLE tags de elementos “img” e “a”. Estas páginas demoravam séculos para carregar – principalmente se levarmos em consideração que a maioria dos usuários possuía internet discada – e eram repletas de anúncios. Ah, sobre os anúncios: Eles eram carregados antes do conteúdo principal do website e não havia nenhum tipo de penalização aos webmasters.
Com o tempo os algorítimos do Google foram evoluindo e passamos a perceber mais claramente algumas facetas que, antigamente liberadas, passaram a ser coibidas pelo gigante de buscas e deram origem ao famoso “Black Hat SEO“.
Uma diferença crucial do SEO de alguns anos atrás para a engenharia atual, é que nos preocupávamos em fazer conteúdo, é claro, mas tínhamos como meta a leitura de um robô. Atualmente, reaprendemos o método de criação de conteúdo na web e passamos e escrevê-los em formato de leitura para humanos, sempre lembrando da arquitetura da informação em nossos sites e apresentando este conteúdo de uma forma mais leve e prática para o usuário.
Quer um bom exemplo de conteúdo para robô/ser humano? Vou te mostrar: Quando os atributos ALT e TITLE passaram a vigorar como ‘trending topics” do mundo SEO, muitos os entupiam de palavras-chave relevantes aos seus sites e voilá, website indexado e o robô navegando pelas outras páginas. Atualmente – já há um bom tempo – muitos webmasters se atentaram ao fato de que os softwares de navegação para deficientes visuais norteiam a utilização do usuário especificamente por estas duas TAGs, ou seja: Em uma possível mudança de página, lê-se a TITLE TAG do link; Na probabilidade de leitura de uma imagem, lê-se o que está setado na ALT TAG.

O Panda veio manso, mas veio!

Entre as atualizações de algorítimo do Google, uma das mais famosas e recentes foi o Google Panda. Ela, na verdade, não introduziu muitas modificações concretas – e com grande score de peso – nas regras anteriores, no entanto adicionou novas funcionalidades que começarão a influenciar as pesquisas em um médio espaço de tempo e, em especial, duas novas funções, as quais vou especificar agora:

  • Carregamento da Página Influenciando nos Resultados: Com o Panda, finalmente o Google inseriu em produção o seu projeto de penalizar sites que possuem um carregamento de página muito demorado. Com isso, tornou-se necessário o uso de ferramentas para diminuição do tamanho das páginas (Smush.it, por exemplo), além da compactação em GZip do conteúdo – quando disponível pelo servidor, já que este procedimento consome muitos recursos de máquinas compartilhadas;
  • Social Share: Aqui está a galinha dos ovos de ouro do futuro próximo do SEO: A recomendação de conteúdo para usuários que estão logados em alguma ferramenta do Google e tiveram algum amigo de sua lista de contatos (ou do Google Plus) recomendando aquele conteúdo para seus “círculos sociais”, é demonstrada diretamente nos primeiros resultados de busca, interferindo com um forte peso no caso de pesquisas mais precisas.

Mais do que nunca, uma ‘engenharia social’

Parafraseando o nosso querido não tão querido assim Faustão, mais do que nunca é o momento de pensarmos no SEO como um formato de engenharia social. Os famosos engenheiros de SEO estão se especializando também em outro tipo de engenharia: A social.
Com o início da exibição e indexação dos resultados de buscas por conta da indicação de usuários logados nas ferramentas Google, criou-se uma nova vertente de SEO: O SEO voltado especificamente para seres humanos. Não que o SEO convencional não seja voltado para pessoas, mas esta nova faceta realmente demonstra-se “muito mais humana” que o meio tradicional. Agora, o desafio é fazer com que pessoas compartilhem as suas páginas (todas elas, já que o botão do Google Plus é único para cada página) e que os usuários finais logados na plataforma Google se interessem pelo clique em suas páginas.
É claro que não se muda o formato tradicional e as grandes páginas que já dão show em indexação (por conta do conteúdo) não terão problema algum no quesito recomendação de usuários, porém o desafio é um pouco maior para quem está começando uma nova página e não possui tantos recursos para fazer um link building de qualidade.

Mais do que nunca, um conteúdo de qualidade

Já chega de fazer conteúdo com o único objetivo de indexação, não é mesmo? Agora os usuários terão que começar a se preocupar ainda mais com a relevância do conteúdo produzido para que ele possa ser interessante a ponto de ser recomendado para os amigos e contatos do leitor.

Mais do que nunca, uma web personalizada

Agora sim, de fato, podemos dizer que até mesmo os resultados de indexação estão sendo completamente personalizados para os seus usuários. O objetivo do Google Plus é claro: Propagação de conteúdo social. Com isto, acabamos por ter uma web ainda mais customizada e expansível, já que você dissemina conteúdo para públicos com interesses semelhantes aos dos seus leitores e ganha uma capacidade grande de angariar novos e assíduos usuários.
E, por qual motivo personalizada? Bem, já temos hoje os resultados flutuantes do Google que variam de acordo com a região e os interesses do usuário – sem contar o histórico de navegação. Mas, que tal recomendações de amigos sobre páginas, lojas virtuais e ferramentas web de conteúdos que sejam de interesse mútuo?

Mais do que nunca, as imagens…

Ah, e só para não esquecermos: O Google Plus já está disponível para compartilhamento de imagens também! Então, está aí mais um belo motivo para descrever muito bem o conteúdo das imagens do seu site.

Novas atualizações devem estar por vir

Por enquanto o compartilhamento de páginas ainda é maroto. Não se sabe ao certo se o objetivo do Google é abrir a funcionalidade de compartilhamento de páginas a usuários do Facebook e Twitter (eu acredito que dificilmente se abriria algo neste sentido ao Facebook, mas vai saber o que se passa na cabeça dos caras…). Mas, é certo que o compartilhamento de conteúdo ainda terá uma influência muito maior no formato de navegação das páginas.

Mas peraí, é só o Google que existe?

Ah sim, esquecemos do “BING, BING, BING“, não é mesmo? Bem… Quer conhecer as novidades do Bing? Então confira este artigo do nosso blog.
Brincadeiras à parte, o foco da maioria dos profissionais de SEO no Brasil é o Google. E não por menos, o gigante de buscas representa ‘apenas’ 99,22% de todas as buscas feitas no Brasil segundo o StatCounter.

Conclusão

Novos formatos e padrões de buscas estão chegando. Este é o momento de se atualizar, angariar novos conhecimentos e partir novamente pra luta contra – ou a favor – dos robôs. E ainda há quem se assuste com a guerra das máquinas de “O Exterminador do Futuro“…

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