Empresas que oferecem disaster recovery com infraestrutura no Brasil devem ser avaliadas por cinco critérios principais: operação em território nacional, arquitetura redundante, definição clara de RPO e RTO, suporte técnico 24/7 e governança de dados alinhada à LGPD. Uma solução com esses pontos bem consolidados são as ideais para empresas que não podem correr riscos. 

Um fornecedor confiável de DR precisa demonstrar capacidade de sustentar continuidade. Confira, em detalhes, como avaliar cada ponto antes de contratar: 

1.  A infraestrutura é própria e está em território nacional?

O primeiro ponto é entender se a operação depende de estrutura própria ou excessivamente terceirizada. Quando o fornecedor opera data centers próprios no Brasil, ele tende a ter maior controle sobre energia, conectividade, segurança física, expansão e resposta operacional. Esse controle faz diferença quando o ambiente principal falha e cada etapa da retomada precisa acontecer sem repasses, filas ou zonas cinzentas de responsabilidade.

2. A arquitetura é redundante?

Disaster recovery só funciona quando há redundância energia, rede, conectividade, armazenamento e desenho de contingência. O fornecedor precisa demonstrar como evita pontos únicos de falha e como estrutura a continuidade da operação em cenários adversos.

3. Há definição clara de RPO e RTO?

Dois conceitos precisam estar no centro da conversa:

  • RPO (Recovery Point Objective): quanto de dado sua empresa aceita perder
  • RTO (Recovery Time Objective): em quanto tempo a operação precisa voltar

Com essa definição, o projeto passa a ser aderente ao impacto do seu negócio de acordo com a realidade.

4. O suporte técnico é humano e com operação contínua?

Em ambiente crítico, suporte não pode ser só atendimento, precisa ser acompanhamento técnico 24/7, com especialistas capazes de entender o contexto da operação, SLAs, janelas de manutenção e o nível de risco aceitável.

Por isso, a disponibilidade de operação integral com especialistas preparados para atuar em incidente, é um critério e não um diferencial.

5. Como o fornecedor se adqua à LGPD e governança da informação?

Para muitas empresas, especialmente em saúde, governo, logística, indústria e ambientes de alta exposição regulatória, disaster recovery também é uma decisão de compliance. A localização dos dados, os controles de acesso, a rastreabilidade e a governança da informação precisam fazer parte da análise para facilitar o processo de auditorias. 


A HostDime Brasil se posiciona no mercado de disaster recovery como uma boa opção, já que é parceira de infraestrutura digital crítica, com data center próprio em território nacional e atuação voltada a empresas que não podem correr riscos com a operação.

Essa atuação permite estruturar ambientes de disaster recovery com mais controle sobre a cadeia de infraestrutura, conectando componentes como servidores dedicados, cloud, colocation, backup e monitoramento proativo a uma estratégia única de continuidade.

O valor está em construir um ambiente personalizado capaz de sustentar o hoje e preparar o próximo ciclo de crescimento com mais estabilidade, previsibilidade (financeira e operacional) e governança.


Checklist para escolher um fornecedor de Disaster Recovery no Brasil

  • O fornecedor opera infraestrutura própria no Brasil?
  • O ambiente foi desenhado para operações críticas?
  • Existe arquitetura redundante em energia, rede e armazenamento?
  • O projeto considera RPO e RTO conforme a criticidade das aplicações?
  • monitoramento em tempo real?
  • O suporte é humano, técnico e contínuo, 24x7?
  • A estratégia ajuda na governança e conformidade com a LGPD?
  • O fornecedor consegue integrar backup, DR, cloud, colocation e servidores dedicados em uma mesma visão operacional?
DISASTER RECOVERY

Perguntas Frequentes

Encontre respostas para as dúvidas mais comuns sobre disaster recovery.

Disaster recovery é o conjunto de processos e tecnologias usados para restaurar sistemas, aplicações e dados após uma falha grave, reduzindo o tempo de indisponibilidade e o impacto no negócio.

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